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Qualidade de vida no trabalho no Brasil é a que mais cresceu em 2 anos

Nos últimos dois anos, a carga de trabalho dos brasileiros aumentou mas, apesar disso, os profissionais do país acreditam que têm mais equilíbrio entre vida pessoal e profissional do que em 2010.

 

De acordo com pesquisa da Regus, no Brasil, o índice de qualidade de vida do país saltou de 45, em 2010, para 151, este ano. Com isso, o país saiu na frente na lista de países com maior crescimento em qualidade de vida no trabalho. Nos 80 países pesquisados, a taxa aumentou 24%.

 

O otimismo crescente dos brasileiros é uma das justificativas prováveis para este fenômeno. Apesar de dedicar mais horas ao trabalho, os profissionais que atuam no Brasil estão mais satisfeitos com as perspectivas de carreira que as companhias (e o próprio mercado) oferecem.

 

“O brasileiro está entre os povos que trabalham mais horas por dia. Mas isso não é uma imposição da empresa. Ele fica mais tempo no trabalho, mas tem uma remuneração melhor e possibilidade de ser promovido”, diz Guilherme Ribeiro, diretor geral da Regus no Brasil. No país, 58% dos profissionais afirmam que passam mais tempo no trabalho do que em 2010.

 

Apesar disso, apenas 15% deles admitiram que passam mais tempo longe dos seus assuntos pessoais do que há dois anos. Na China, 55% dos profissionais assinalaram esta opção.

 

“As empresas estão investindo mais em programas de qualidade de vida no trabalho e grande parte do mundo ainda vive os efeitos da crise de 2008”, afirma o especialista. “Além disso, a nossa cultura também nos diferencia do resto do mundo. O trabalho não é só cobrança e metas, há relacionamentos”.

 

Confira quais os países que apresentaram os melhores índices de qualidade de vida no trabalho, segundo a Regus:

 

Ranking de qualidade de vida

Pontuação

1. México

153

2. Brasil

151

3.China

145

4. Índia

139

5. África do Sul

135

6. Austrália

129

7. Estados Unidos

123

8. Holanda

120

9. Canadá

113

10. França

109

11. Japão

105

12. Bélgica

104

13. Reino Unido

104

14 Alemanha

95

 

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/ 

 
6 frases que você não deve usar com seus funcionários

Seja em uma pequena ou média empresa, o chefe tem um papel fundamental para que o ambiente de trabalho seja agradável e produtivo. Por isso, recorrer frequentemente a algumas frases podem ser prejudiciais não só para a relação chefe e funcionário quanto para a empresa.

 

Para Andrea Piscitelli, consultora e especialista em gestão de pessoas, às vezes a intenção não é ruim. Entretanto, é preciso cuidado para que o conteúdo da frase não possa ser interpretado como um assédio moral. “É diferente expor o funcionário para outras pessoas e falar que ele é desleixado, com a intenção de falar que ele é descompromissado com a empresa”, exemplifica.

 

Com a ajuda de especialistas, confira seis frases que um chefe não deveria dizer aos funcionários.

 

Não quero problemas, quero soluções.

 

O papel do chefe, nesse caso, é de fazer acontecer por meio das pessoas e ajudá-las a se desenvolver. Para Caroline Pfeiffer, diretora de marketing e vendas da consultoria LHH/DBM, é como o capitão Francesco Schettino que abandonou o navio Costa Concordia na Itália e o problema, sendo que era de sua responsabilidade. “A mensagem deveria ser `vamos resolver isso junto`”, afirma.

 

Ricardo Munhoz, diretor executivo da Ricardo Xavier Recursos Humanos, explica que ao dizer frequentemente esta frase, o chefe demonstra que não tem paciência para ouvir o funcionário e acaba desmotivando não só ele como toda a equipe. “Isso acaba com o interesse em gerar novas ideias e pode também ocasionar a perda de profissionais qualificados”, diz.

 

Não acho que isso seja prioridade agora.

 

Andrea, que também é professora na Fundação Getúlio Vargas (FGV), Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e Fundação Instituto de Administração (FIA), explica que quando um funcionário tem uma ideia ou uma sugestão e o chefe se limita a dizer que há outros assuntos prioritários no momento, acaba “infantilizando” a relação. “Algumas empresas incitam uma cultura de inovação e às vezes é o gestor que não está preparado para aceitar sugestões”, afirma.

 

Para Caroline, ouvir o funcionário pode custar um pouco do tempo do chefe, mas o ideal é que esse tempo seja gasto com uma explicação breve sobre a razão do assunto não ser o foco do momento. Munhoz completa que é recomendado que o chefe se mostre disponível para agendar uma conversa com o funcionário em vez de deixar para outra ocasião.

 

Você não fez nada mais do que a sua obrigação.

 

Dizer que o o funcionário ter batido uma meta não foi nada além do esperado é como um balde de água fria. "O chefe acaba criando uma barreira para o próximo mês”, explica Munhoz.

 

“As pessoas sempre exigem mais do que o limite delas, mas além da frase soar grosseira, é preciso entender que elas produzem por uma causa”, afirma Caroline. Para Andrea, quando o chefe não estimula o funcionário, não o incentiva e reconhece acaba deixando de estimular que ele pense fora da caixa. “Quanto mais tenso o ambiente da empresa, menos pensamento criativo”, diz.

 

Eu também não concordo com a ordem, mas temos que fazer.

 

“Ele acaba falando que não vai dar certo”, diz Caroline. O chefe, neste caso, representa a empresa, e por isso mostrar a opinião pessoal não é aconselhável. O ideal seria unir os funcionários e pensar de que maneira eles podem fazer dar certo.

 

Não vou te explicar isso, pode deixar que eu faço.

 

Munhoz afirma que ensinar é um dos papéis de um gestor de pessoas e, ao recorrer a essa frase quando se está sem paciência ou tempo, corre-se o risco do funcionário se sentir decepcionado, já que ele está ali também para aprender. “Além de adotar uma postura que o afastará da equipe, o funcionário sentirá medo das próximas vezes”, explica.

 

“Como chefe, ele deveria perguntar qual é a dificuldade que o funcionário está tendo”, afirma Andrea. Ela diz que em determinadas situações, foi o próprio chefe que pode não ter sido claro nas instruções.

 

É o que temos para hoje.

 

Para Caroline, essa frase acaba transmitindo a mensagem de que o chefe não quer falar mais sobre o assunto e encerrar a conversa. “Não é que ele não tenha mais informações”, afirma. Ela explica que esse tipo de comportamento demonstra que é papel dele de limitar o questionamento do funcionário.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/

 

 
Vitoriosa Debate - Analfabetismo

Vem aí a 9ª edição  do Vitoriosa Debate, um projeto premiado por abordar temas de grande interesse da população regional, traçar diagnóstico e ajudar no apontamento de soluções.   No próximo dia 28 autoridades e a comunidade estarão ligadas com a Vitoriosa para discutir o Analfabetismo. Os índices em Uberlândia, Ituiutaba e Araguari. Os desafios, e os projetos realizados estarão em destaque. Superintendência regional de ensino, secretaria municipal de educação, IBGE, representantes dos trabalhadores em educação foram convidados para mais esta realização. Vitoriosa Debate Analfabetismo, segunda feria dia 28 de mais ao meio dia na TV Vitoriosa.

 

Mande suas dúvidas para o e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 

Fonte: Departamento de Marketing

 
Conselhos para conciliar carreira e maternidade (sem crises)

Sutilmente (e com de uma maneira mais lenta do que esperávamos), mais mulheres estão chegando ao topo das grandes empresas. Para quem decidiu encarar a dupla missão de ser  mãe  e executiva estão reservados alguns bons anos de rotina para lá de malabarista. Mas que pode ser feliz sim, dizem especialistas e mulheres que experimentam esta sina.

 

“Naturalmente, a gente gosta do assunto família, mas também queremos ser bem sucedidas. É possível ser os dois e ser feliz nos dois papeis”, diz a coach Jaqueline Weigel. Mas como? Confira as dicas abaixo:

 

Tempo ideal? 

 

Em nome da carreira e com os dedos cruzados pelo momento ideal, há quem adie a estreia na maternidade para o resto da vida. Mas Jaqueline alerta: momento perfeito não existe.

 

“Livre-se da ilusão de que as condições externas que vão determinar a hora certa para a maternidade”, afirma. “Você que precisa planejar e abrir espaço na sua vida para que isso aconteça”.

 

Isso significa que, na prática, você terá sim que abrir mão de algumas coisas. Temporariamente. “O mundo não acaba se você perder alguma coisa. Mais para frente outras oportunidades surgirão”, diz a especialista.

 

Simone Nogueira, diretora de Comunicação Corporativa da L’Oréal Brasil e mãe de Aline (6 anos), é um exemplo disso. Depois do seu casamento, ela levou seis anos para engravidar.

 

“Muitas vezes, eu planejei, mas recebia a proposta para mudar de área, aí eu desistia”, conta. “Quando decidi que era agora ou nunca e engravidei, novamente fui convocada para mudar de departamento”.

 

“A vida da empresa tem um ritmo próprio e a nossa tem outro. Se vocês estão prontos emocionalmente, vai fundo. Tudo se ajeita depois”, diz Simone.

 

Planejamento? Sempre

 

A base para não fazer da combinação entre carreira e maternidade um caos é o planejamento de carreira como um todo – e não só sobre quando é a hora para engravidar.

 

“Se você não planeja a sua carreira e a sua vida, as coisas simplesmente vão acontecendo. E elas acontecem de um jeito inapropriado. Por isso, o caos se instala”, afirma a especialista. “A vida é feita de ciclos, de escolhas, perdas e ganhos. Este é o grande jogo da vida que a gente joga muito mal”.

 

Clareza e disciplina: palavras de ordem

 

Mas para jogar bem este jogo é preciso ter clareza de quem você é, de quais são seus papeis e de quanto tempo deve dedicar para cada um deles em nome de uma vida equilibrada. “Você não pode ficar no trabalho pensando o dia todo no filho ou no trabalho, enquanto está com o filho”, diz Jaqueline.

 

Para Simone, o percurso entre sua casa e a escola de Aline, o telefonema que faz todos os dias para a filha no meio da tarde e o período que dedica para auxiliá-la nas tarefas da escola, além dos finais de semana, se tornaram momentos sagrados na rotina das duas.

 

“O tempo é curto, mas é precioso. Cada momento que a gente está junto, faço questão de dar qualidade”, afirma a executiva.

 

Mas como conseguir isso? “Com clareza, disciplina, inteligência emocional, organização, planejamento e consciência”, diz Jaqueline.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br